Oportunidade para 2015: 300 vagas para Analista de TI do MPOG!!!

Olá!

Segue mais uma oportunidade para ingressar no serviço público em 2015!

Saiu autorização para 300 vagas do cargo de Analista de Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento (MPOG).
O prazo para publicação do edital de abertura do concurso público será de até seis meses, contado a partir da data dessa autorização!
Por enquanto, não há notícias sobre a banca organizadora.
Clique aqui para ver a portaria de autorização.
Para quem já vai iniciar os estudos, eis o link do edital do último concurso, realizado em 2013.

Portanto, que comecem os estudos para 2015!!!

Bons estudos a todos!

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1º Congresso de Capacitação em Segurança da Informação – CONASIN

Olá!

Para quem tem interesse em ter uma carreira na área de Segurança da Informação, não pode perder o 1° CONASIN- Congresso de Capacitação em Segurança da Informação.

Com a finalidade de oferecer uma programação abrangente de orientação na formação qualificada aos profissionais que atuam ou que pretendem ingressar na área de Segurança da Informação, a Strong Security Brasil, com apoio da ISSA Brasil – Associação de Profissionais de Segurança da Informação, realiza o CONASIN, o primeiro congresso de capacitação em Segurança da Informação, evento online e gratuito que acontece de 15 a 19 de dezembro pela Internet e que reunirá os maiores especialistas da área com certificações internacionais para compartilhar suas experiências nos maiores desafios atuais da Tecnologia da Informação: garantir a formação continuada dos responsáveis pela área de Segurança da Informação das empresas.

O CONASIN terá 3 sessões diárias com início às 10, 15 e 19 horas, ministradas por especialistas das principais áreas da Segurança da Informação e formação profissional, tais como Auditoria, Continuidade de Negócios, Vulnerabilidades, Análise Forense, Teste de Invasão, Gestão de Carreira, Curriculum, como passar em provas de certificações, orientação vocacional entre outros temas. Os especialistas irão contar o “caminho das pedras” e o que fazer para chegar à profissionalização em Segurança da Informação.

“Ao todo serão 15 horas com os principais temas da atualidade e orientação sobre como se transformar em um profissional preparado para as atividades diárias na área de Segurança da Informação das empresas onde trabalham e ter o seu curriculum valorizado e atrativo para as principais vagas do mercado”, comenta Dario Caraponale, diretor da Strong Security Brasil, idealizador do CONASIN e especialista na área há mais de 20 anos e larga experiência em consultoria e fornecimento de cursos preparatórios para as principais certificações do setor.

“O CONASIN será uma grande oportunidade para que o profissional possa planejar sua carreira com o apoio de nomes de grande expressão nacional que irão falar de aprendizagem acelerada, retenção do conhecimento e capacidade de dar respostas no nível que as demandas de segurança exigem”, comenta Jaime Orts Y Lugo, diretor da ISSA Brasil.

Alguns dos especialistas que estarão online no CONASIN:

Mariana Cottini, Parceira de Negócio da SB Coaching
Andrea Thomé, Sócia Diretora da Primordial Consultoria e Sistemas
Marco Carvalho, CompTIA Business Development Manager
Alexandre Borges, Instructor (ISC)2
Felipe Lima, Professor, Coach para o sucesso em provas, concursos e exame da OAB
Edson Fontes, Professor de Pós-Graduação: FIAP, FIA-USP, Universidade Mackenzie e Escola Paulista de Direito
Tony Martinez, (ISC)2 Global Channel Manager
Alberto Pozada, CEO da ALATPI (EC-CouncilLatinAmerica)
Sean Lim, Vice presidente da EC-COUNCIL
Fabio Xavier, Coordenador do Curso de Pós graduação do IBTA e Chefe da Seção de Segurança da Informação do TCESP
Rodrigo Branco, Senior Security Researcher at Intel Corporation
Adilson Ferreira da Silva, Coordenador e Professor do curso superior de Tecnologia em Segurança da Informação da Fatec São Caetano do Sul.
Raymond Friedman, CEO e Presidente da Mile2
Mônica Graton, Professora na área de Recursos Humanos e Executiva da área de Recursos Humanos.
Sergio Ricardo, Mestre em Coach Pela FCU – Florida Christiam Univerty
Dario Caraponale, Engenheiro, MBA em Marketing de Serviços, psicanalista e certificado pela Sociedade Brasileira de Coaching e Behavioral Coaching Institute.

Clique aqui para fazer a inscrição!

Fonte: Segs

TCU conclui levantamento do perfil de Governança de TI da Administração Pública Federal de 2014

O Tribunal de Contas da União concluiu, em novembro, seu quarto levantamento sobre o perfil de governança de TI na Administração Pública Federal (APF) . Para avaliar a situação de governança de TI, o TCU tem realizado levantamentos baseados em questionários que abordam práticas de governança e de gestão de TI previstas em leis, regulamentos, normas técnicas e modelos internacionais de boas práticas.

O TCU já realizou levantamentos em 2007, 2010 e 2012 que resultaram nos acórdãos 1.603/2008, 2.308/2010 e 2.585/2012, respectivamente.

No levantamento realizado em 2014, foram selecionadas 373 organizações públicas federais, tendo como critério principal a representatividade no orçamento da União e a autonomia de governança de TI, mantidas as organizações participantes do levantamento anterior. Desse grupo, somente 355 organizações responderam ao questionário.

O questionário foi dividido em 3 seções (Governança Corporativa de TI, Controles de Gestão de TI e Resultados), que contém 6 assuntos (ou dimensões), distribuídos em 191 itens de avaliação. As 6 dimensões são:

  • Liderança da alta administração
  • Estratégias e Planos
  • Informações
  • Pessoas
  • Processos
  • Resultados de TI

O levantamento apontou uma melhoria do cenário de governança de TI em relação a 2012, confirmando a tendência de evolução identificada em levantamentos anteriores. Porém, o nível de adoção das práticas, de forma geral, ainda está distante de um cenário satisfatório para a Administração Pública Federal.

Pontos que merecem destaque:

  • aumento do número de organizações que dispõe de comitê de TI, indicando o reconhecimento da importância desse colegiado como estrutura de apoio no processo de tomada de decisão;
  • evolução das práticas de planejamento de TI;
  • grande evolução do número de organizações que identificam e mapeiam seus principais processos de negócio;
  • resultados expressivos apurados para as práticas de planejamento e de gestão de contratações de serviços de TI, o que contribui para melhor atender às necessidades do negócio;
  • avanço no número de organizações que avaliam o seu desempenho na gestão e uso da TI, mediante o acompanhamento do alcance das metas associadas aos objetivos de TI.

Pontos que merecem atenção:

  • baixa adoção de políticas corporativas de gestão de riscos e de gestão de continuidade do negócio;
  • não evolução de práticas relacionadas ao processo de planejamento estratégico;
  • níveis ainda insatisfatórios de adoção das práticas de desenvolvimento de competências de TI;
  • baixo nível de maturidade do processo de gestão de riscos de TI;
  • nível de adoção das práticas relativas à gestão corporativa de segurança da informação muito distante do esperado, situação que revela a existência de lacunas na coordenação e na normatização dessa gestão e que expõe a APF a diversos riscos, como indisponibilidade de serviços e perda de integridade de informações;
  • elevado percentual de organizações que não executa um processo de gerenciamento de projetos de TI formalmente instituído
  • elevado percentual de organizações que não possui um escritório de projetos.

O relatório completo desse levantamento pode ser visto no Acórdão 3.117/2014-TCU-Plenário.

Os números, presentes no levantamento, contribuíram para que o TCU efetuasse o cálculo do índice de governança de TI (iGovTI). Esse índice foi criado em 2010, com o propósito de orientar as organizações públicas no esforço de melhoria da governança e da gestão de TI. O índice também permite ao TCU avaliar, de um modo geral, a efetividade das ações adotadas para induzir a melhoria da situação de governança de TI na Administração Pública Federal. O iGovTI é o resultado da consolidação das respostas das organizações públicas ao questionário de governança de TI, por meio de fórmula que resulta em um valor que varia de 0 a 1.

igov

De uma forma geral, o gráfico revela uma tendência de evolução, considerando que 41% das organizações foram classificadas nas capacidades intermediária ou aprimorada (índice igual ou superior a 0,50), ou seja, um crescimento de três pontos percentuais em relação a 2012.

Fonte: Acórdão 3.117/2014-TCU-PlenárioTCU